sábado, 7 de abril de 2012

Fecho e reabro o blog sem ter a mínima certeza do que quero. Você veio, outros vieram e foram embora , mas não posso dizer que você foi também. Fico me lembrando de todos os textos que escrevi pensando em você e me acho burra, por num acesso de raiva ter deletado o blog antigo todinho.
Você doeu mais que todos mas foi o que mais me fez feliz também. Com migalhas, é verdade...mas eu fico pensando que talvez tenham ido embora com você todos os meus bons textos. Será?
Meus pensamentos vão mais além e penso no mocinho completamente inusitado (e casado) que me fez feliz horrores (também com migalhas) mas depois de um tempo percebi que eu merecia mais. Penso no bom moço da empresa que me trata maravilhosamente bem mas que resolve, de alguma forma, dizer despreocupadamente que é comprometido e que tem um filho pequeno no meio da conversa. Penso no outro de olhos azuis que promete me fazer feliz se eu der uma chance. Penso na criança de 17 anos que me adora e diz que me quer. Ah se ele tivesse idéia... Penso no menino que mora há muitos e muitos quilômetros de distância mas que me prometeu filhos queimados de sol e uma casa na praia, cadê?
Penso no colega bonitinho de sala que tem dentes perfeitos e me chama de 'Lê', penso no bom moço de família que tem absolutamente tudo pra me fazer ficar doida, mas ainda sim me sinto sozinha. Sozinha, sem vontades de fazer dar certo, sem disposição pra me atirar sem medo e depois ter que juntar todos os caquinhos. cacete de herança maldita!

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